Energia solar alimentará PCs em quilombos
Segunda-feira, 26 de junho de 2006 - 14h45
SÃO PAULO – O Ministério da Integração Nacional vai instalar painéis solares em três comunidades de quilombolas no interior de Goiás.
Chamadas de comunidades Kalunga, as aldeias beneficiadas reúnem descentes de escravos que ainda não possuem acesso à energia elétrica. O Ministério vai instalar dois computadores em cada aldeia.
Chamado de Quiosque Cidadão, o projeto que levará acesso à web a pontos isolados do país visa também ministrar cursos de informática à população local.
Agentes do Quiosque Cidadão acreditam que, além do sentido de inclusão social, o projeto dará às comunidades a oportunidade dinamizar a economia local por meio da construção de um web sites e serviços online para divulgar a cultura Kalunga.
A principal atividade econômica da região é o turismo e a publicação de informações na web pode aumentar a renda da comunidade, que atrai visitantes interessados em conhecer os sítios históricos marcados pela resistência negra à opressão escravagista e os centros de preservação das tradições africanas no Brasil.
As informações foram divulgadas pela Agência Brasil.
Felipe Zmoginski, do Plantão INFO
[fonte: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/062006/26062006-9.shl]
SÃO PAULO – O Ministério da Integração Nacional vai instalar painéis solares em três comunidades de quilombolas no interior de Goiás.
Chamadas de comunidades Kalunga, as aldeias beneficiadas reúnem descentes de escravos que ainda não possuem acesso à energia elétrica. O Ministério vai instalar dois computadores em cada aldeia.
Chamado de Quiosque Cidadão, o projeto que levará acesso à web a pontos isolados do país visa também ministrar cursos de informática à população local.
Agentes do Quiosque Cidadão acreditam que, além do sentido de inclusão social, o projeto dará às comunidades a oportunidade dinamizar a economia local por meio da construção de um web sites e serviços online para divulgar a cultura Kalunga.
A principal atividade econômica da região é o turismo e a publicação de informações na web pode aumentar a renda da comunidade, que atrai visitantes interessados em conhecer os sítios históricos marcados pela resistência negra à opressão escravagista e os centros de preservação das tradições africanas no Brasil.
As informações foram divulgadas pela Agência Brasil.
Felipe Zmoginski, do Plantão INFO
[fonte: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/062006/26062006-9.shl]

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