Programa cria espaços de acesso à informática - Projeto Casa Brasil
[mais um projeto de inclusão digital do governo federal...]
22/06/2005
Ação Social
Geralda Doca
AGÊNCIA GLOBO
BRASíLIA – O Ministério da Ciência e Tecnologia e o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) da Casa Civil lançaram ontem um edital público de licitação no valor de R$ 24,3 milhões para instalar o projeto Casa Brasil – espaços onde as pessoas poderão acessar a internet, fazer cursos de informática, além de atividades culturais, de forma gratuita.
A proposta faz parte do programa de inclusão digital do governo, que pretende instalar 90 unidades em todo o País e beneficiar de 270 mil a 450 mil pessoas por mês.
No Estado do Rio, serão três centros na capital, um em São Gonçalo e outro em Duque de Caxias. Além de uma sala para acesso à internet, os centros terão ainda um auditório, uma sala para leitura e um posto do Banco Popular do Brasil. Os computadores serão conectados à banda larga, com a utilização de softwares livres.
Poderão participar da concorrência instituições privadas sem fins lucrativos (como Organizações Não-Governamentais), museus, universidades, prefeituras e governos estaduais. Vencerá a disputa quem apresentar o melhor plano para a instalação do Casa Brasil, como, por exemplo, local, atividades a serem agregadas aos centros e critérios de sustentabilidade por pelo menos dois anos. O prazo para entrega das propostas termina no dia 5 de agosto e os resultados serão divulgados no fim de setembro.
Segundo o secretário de Inclusão Social do Ministério de Ciência e Tecnologia, Rodrigo Rollemberg, a idéia do governo é iniciar a instalação dos centros ainda este ano. Assim que for divulgado o resultado, explicou ele, os recursos serão liberados do Orçamento Geral da União. No primeiro ano de funcionamento, o projeto será bancado pelo governo federal, que ficará responsável pela compra de equipamentos (são 20 computadores), pelo pagamento de monitores que atenderão o público, além de custear bolsas de estudo.
Dos 90 centros iniciais, 55 serão instalados nas capitais, de forma que cidades com até 700 mil habitantes ganharão uma unidade; entre 700 mil e 1,2 milhão, duas; e acima disso, três centros. Os 35 restantes serão distribuídos por Estado, nas maiores cidades, à exceção das capitais.
fonte: http://www.atarde.com.br/materia.php3?mes=06&ano=2005&id_materia=3122 (09/07/2005)

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