Infocentro musical mobiliza jovens no Nordeste de Amaralina - Programa Identidade Digital
Segunda-Feira, 18 de Julho de 2005
Moradores do Nordeste de Amaralina, em Salvador, vivem uma experiência diferenciada no Programa Identidade Digital. O bairro conta com dois Infocentros: um padrão e outro de produção musical. No primeiro, os usuários têm acesso a computadores conectados à internet, o que facilita a busca por informação, e a oficinas de informática. Já no Infocentro Musical, os alunos aprendem a utilizar softwares de edição de músicas, além dos equipamentos de discotecagem.
Música, poesia, artes plásticas e dança - os quatro elementos da cultura hip hop inspiram as aulas que acontecem diariamente no Infocentro de Produção Musical. O projeto busca desenvolver a formação do caráter educativo de crianças e adolescentes através da música.
Assim como na origem do hip hop, os alunos do Infocentro Musical lutam pela auto-afirmação, desta vez através da quebra de barreiras como a exclusão digital e social. "Estou conhecendo outros mundos, lendo mais e tentando com a música desfazer a visão de que o bairro é violento", declara Clyde Santana, aluna do curso de discotecagem.
Durante as aulas, os freqüentadores do Infocentro aprendem a produzir músicas de diversos estilos como hip hop, drum n' bass, além de sambas - rock e reggae. A batida forte torna o som envolvente e a dança inevitável. O grafite, pintura desenvolvida com sprays de tintas, compõe a decoração do Infocentro Musical. Os desenhos são inspirados em temas como música, história do povo negro, desigualdade social e inclusão através do resgate da cidadania.
De acordo com o comerciante Wellington Santana, o Infocentro Musical lhe deu a oportunidade de utilizar toca discos, mixers (mesa de som para discotecagem) e computadores com programas específicos para a edição de músicas, materiais que ele não tinha noção de como utilizar.
Música, poesia, artes plásticas e dança - os quatro elementos da cultura hip hop inspiram as aulas que acontecem diariamente no Infocentro de Produção Musical. O projeto busca desenvolver a formação do caráter educativo de crianças e adolescentes através da música.
Assim como na origem do hip hop, os alunos do Infocentro Musical lutam pela auto-afirmação, desta vez através da quebra de barreiras como a exclusão digital e social. "Estou conhecendo outros mundos, lendo mais e tentando com a música desfazer a visão de que o bairro é violento", declara Clyde Santana, aluna do curso de discotecagem.
Durante as aulas, os freqüentadores do Infocentro aprendem a produzir músicas de diversos estilos como hip hop, drum n' bass, além de sambas - rock e reggae. A batida forte torna o som envolvente e a dança inevitável. O grafite, pintura desenvolvida com sprays de tintas, compõe a decoração do Infocentro Musical. Os desenhos são inspirados em temas como música, história do povo negro, desigualdade social e inclusão através do resgate da cidadania.De acordo com o comerciante Wellington Santana, o Infocentro Musical lhe deu a oportunidade de utilizar toca discos, mixers (mesa de som para discotecagem) e computadores com programas específicos para a edição de músicas, materiais que ele não tinha noção de como utilizar.
[fonte e maiores informações: www.identidadedigital.ba.gov.br]

0 Comments:
Postar um comentário
<< Home