Programa de inclusão étnico-social beneficia comunidades do Engenho Velho da Federação - Projeto Roda Baiana
18/01/2006 - 23h1m
Centenas de moradores de comunidades carentes do Engenho Velho da Federação, em Salvador, em especial adolescentes e jovens, devem ser beneficiados com o projeto Roda Baiana - Um Intercâmbio Africano no Engenho Velho: Tradição e Contemporaneidade, Trabalho e Cultura, que será lançado amanhã, dia 19, às 17h, na sede do Centro de Estudos das Populações Afro-Indo-Americanas (Cepaia), no Largo do Carmo, Centro Histórico. Resultado de uma parceria pioneira entre a Universidade do Estado da Bahia (Uneb), a Fundação Cultural Palmares e três terreiros de candomblé (Bogun, Tanuri Junsara e Cobre), localizados no Engenho Velho da Federação, o projeto visa a inclusão social e étnica, a capacitação para o trabalho e a tolerância religiosa na população local.
Entre as atividades propostas, destacam-se: campanha contra a violência no bairro, com elaboração de cartilhas sobre a violência; caminhada contra a violência religiosa; cursos de formação; criação de roda de capoeira para jovens; complementação escolar das crianças das escolas públicas do bairro; oficinas de rap e grafite; torneio de futebol; cursos de formação profissional como de corte e costura, bordado, culinária e inglês; curso de pré-vestibular, e cursos de inclusão digital para comunidades dos terreiros e moradores do bairro. Para tanto, está prevista a instalação de três salas de inclusão digital, com dez computadores cada, nos terreiros do Cobre, Tanuri e Bogun, além de curso completo de computação: programas, funcionamento e manutenção das máquinas.
Centenas de moradores de comunidades carentes do Engenho Velho da Federação, em Salvador, em especial adolescentes e jovens, devem ser beneficiados com o projeto Roda Baiana - Um Intercâmbio Africano no Engenho Velho: Tradição e Contemporaneidade, Trabalho e Cultura, que será lançado amanhã, dia 19, às 17h, na sede do Centro de Estudos das Populações Afro-Indo-Americanas (Cepaia), no Largo do Carmo, Centro Histórico. Resultado de uma parceria pioneira entre a Universidade do Estado da Bahia (Uneb), a Fundação Cultural Palmares e três terreiros de candomblé (Bogun, Tanuri Junsara e Cobre), localizados no Engenho Velho da Federação, o projeto visa a inclusão social e étnica, a capacitação para o trabalho e a tolerância religiosa na população local.
Entre as atividades propostas, destacam-se: campanha contra a violência no bairro, com elaboração de cartilhas sobre a violência; caminhada contra a violência religiosa; cursos de formação; criação de roda de capoeira para jovens; complementação escolar das crianças das escolas públicas do bairro; oficinas de rap e grafite; torneio de futebol; cursos de formação profissional como de corte e costura, bordado, culinária e inglês; curso de pré-vestibular, e cursos de inclusão digital para comunidades dos terreiros e moradores do bairro. Para tanto, está prevista a instalação de três salas de inclusão digital, com dez computadores cada, nos terreiros do Cobre, Tanuri e Bogun, além de curso completo de computação: programas, funcionamento e manutenção das máquinas.

0 Comments:
Postar um comentário
<< Home