blog de pesquisa sobre a inclusão digital

terça-feira, setembro 27

Erradicar a extrema pobreza e a fome - Nós Podemos

Um bilhão e duzentos milhões de pessoas sobrevivem com menos do que o equivalente a $ 1,00 (PPC — paridade do poder de compra, que elimina a diferença de preços entre os países) por dia. Mas tal situação já começou a mudar em pelo menos 43 países, cujos povos somam 60% da população mundial. Nesses lugares há avanços rumo à meta de, até 2015, reduzir pela metade o número de pessoas que ganham quase nada e que — por falta de emprego e de renda - não consomem e passam fome.
Exemplos de possíveis ações empresariais e associativas com o poder público, ONGs, grupos representativos locais e fornecedores
Estímulo à agricultura familiar e comunitária de subsistência; Combate à fome em regiões metropolitanas e rurais, através de iniciativas de voluntariado, distribuição e capacitação de mão de obra na elaboração de alimentos básicos; Programas de apoio à merenda escolar; Apoio a programas de educação, capacitação e inclusão digital de crianças e jovens para futura inserção no mercado de trabalho; Programas de redução do analfabetismo funcional, familiar e da comunidade de interferência; Apoio à geração alternativa de renda, através de estruturação de cooperativas e aproveitamento da produção em suas atividades e suporte na comercialização de excedente; Implementação de políticas de diversidade, com inclusão de minorias étnicas, portadores de deficiência, outros grupos discriminados, etc...
[fonte: http://www.nospodemos.org.br/fome.htm; há inclusive uma série de propagandas da Rede Social, projeto da Rede Bahia, veiculando esse objetivo do milênio com a inclusão digital... Mas os programas de inclusão deveriam estar no objetivo 1 ou no 2 - atingir o ensino básico universal? A inclusão como forma de combater a extrema pobreza e a fome é a solução? Ou seria o caso de incluir no processo da educação, matando dois coelhos com uma cajadada só?]